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19-02-2019

Foi assinado dia 18 de fevereiro, entre a Prefeitura do Rio de Janeiro e o Instituto de Arquitetos do Brasil, o acordo de cooperação para a realização da programação “Rio Capital Mundial da Arquitetura Uia-Unesco 2020”.

Para Nivaldo Andrade, presidente do IAB, o programa do Rio Capital Mundial da Arquitetura UIA/Unesco deixará como principal legado para a cidade o olhar das autoridades públicas e da sociedade para os atuais desafios urbanos.

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13-02-2019

As Universidades do Grupo de Coimbra oferecem visitas de curta duração (geralmente 1 a um máximo de 3 meses) aos jovens pesquisadores de instituições de ensino superior da África Subsariana. O principal objetivo deste programa de bolsas de estudo é permitir que realizem pesquisas nas quais estejam engajados em sua instituição de origem e ajudá-los a estabelecer contactos académicos e de pesquisa. As bolsas são apoiadas financeiramente pelas Universidades do Grupo Coimbra que participam neste programa, enquanto o Gabinete do Grupo de Coimbra é responsável pela gestão das candidaturas.

As seguintes universidades do Grupo Coimbra participam na edição de 2019:

Universidade de Barcelona (Espanha)
Universidade de Coimbra (Portugal)
Universidade de Colónia (Alemanha)
Universidade de Granada (Espanha)
Universidade de Graz (Áustria)
Universidade de Groningen (Holanda)
KU Leuven (Bélgica)
Universidade de Padova (Itália)
Universidade de Pavia (Itália)
Universidade de Poitiers (França)
Universidade de Salamanca (Espanha)
Universidade de Siena (Itália)
Critérios de elegibilidade

Os candidatos devem ser:

nascidos em ou após 01 de janeiro de 1974;
cidadãos e residentes atuais em um país da África Subsariana;
possuir vinculação com uma universidade ou uma instituição de ensino superior na África Subsariana (pós)-doutoramento ou status equivalente.
Na maioria das universidades, a língua de ensino é a do próprio país, mas em muitas universidades é possível usar o inglês como língua de trabalho.

Os candidatos devem preencher, em inglês, o formulário de candidatura on-line até de 31 de março de 2019 (hora de Bruxelas).

Mais informações consulte o site do Coimbra Group

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24-01-2019

Os membros da Comissão Temática da CPLP para o Ambiente, Cidades e Territórios (CACTO) reuniram-se pela primeira vez, no dia 22 de janeiro de 2019, na sede da Organização, sob a coordenação do Conselho Internacional dos Arquitetos de Língua Portuguesa (CIALP), com o objectivo de definirem o Plano de Atividades para o biénio 2019-2020.

Decorreu a apresentação do Regulamento da CACTO e a discussão sobre a realização de um inventário e classificação de arquitetura moderna nos países e territórios da Comunidade, para além da criação de um concurso de fotografia em conjunto coma Comissão Temática de Cultura da CPLP.

Para além do CIALP, a comissão temática é composta pelas seguintes entidades com a categoria de Observador Consultivo da CPLP: o Instituto de Higiene e Medicina Tropical – IHMT, a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa – UCCLA, a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a Liga Africana e o Centro de Estudos Sociais (Universidade de Coimbra).
Para mais informações, poderá consultar o site da CPLP.

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18-01-2019

O Rio é Capital Mundial da Arquitectura. O título foi concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na manhã desta sexta, 18 de janeiro, numa cerimónia realizada na sede da entidade em Paris e é decorrente da realização do Congresso Mundial de Arquitetos no Rio em 2020. É a primeira vez que uma cidade recebe essa designação – criada no ano passado em parceria entre a UNESCO e a União Internacional dos Arquitectos (UIA). A cerimónia contou com a presença do subdiretor geral de Cultura da UNESCO, Ernesto Ottone, a Secretária de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação do Rio, Verena Andreatta, o presidente da UIA Thomas Vonier, além do presidente do Comité Executivo do Congresso Mundial de Arquitetos UIA2020Rio, Sérgio Magalhães, e do presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, Nivaldo Andrade.

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16-01-2019

O Ministério da Cultura e do Turismo do Azerbaijão e a União dos Arquitectos Azerbaijão (UAA) anunciam o lançamento da quarta edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku.

Realizado de dois em dois anos tem como objectivo destacar a diversidade arquitectónica e o surgimento de novas ideias nesta área.

Por recomendação da União Internacional de Arquitectos (UIA), esta quarta edição será realizada em conjunto com o Fórum Internacional da UIA cujo tema será “Turismo em Massa nas Cidades Históricas”.

O principal objectivo é reconhecer projectos que exemplifiquem excelentes práticas de projecto e planeamento, bem como projecto e desenvolvimento para o turismo em locais de importância histórica e patrimonial. Podendo incluir novas acomodações para turistas, locais de importância histórica e a reconstrução de edifícios existentes para fins relacionados com o turismo.

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07-01-2019

Voluntários de Angola prestam assistência técnica em projetos habitacionais do DF
O arquiteto angolano Bernardo Paulo Minargo, de 42 anos, sonha em transformar Prenda, o bairro onde mora em Angola, no melhor lugar do mundo.

Voluntário do Programa de Assistência Técnica em Arquitetura e Urbanismo, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), o estrangeiro buscou em Brasília inspiração: “Estar aqui foi a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu”, detalha.

A visita faz parte do convênio assinado em junho de 2016 pelo governo de Brasília com o Conselho Internacional de Arquitetos da Língua Portuguesa.

Em 6 de agosto, quatro angolanos chegaram à cidade para prestar assistência técnica em projetos habitacionais. Eles formaram a segunda turma da iniciativa, que oferece trabalho de voluntário para melhorar a vida dezenas de famílias de baixa renda em regiões como Ceilândia e Estrutural.

Minargo afirma que a experiência vai garantir que coloque seu sonho em prática quando voltar para casa, em 20 de dezembro. “Vou criar uma cidade mais bonita do que Brasília. Não vão ficar enciumados”, brinca.

Teresa Gonçalves Viage, de 31 anos, arquiteta desde 2016, teve a primeira oportunidade de trabalhar na área e observou: “A regularização fundiária daqui funciona de uma maneira que ainda não conhecemos na Angola. É muito importante aprender isso”.

Os voluntários são selecionados pelo conselho internacional e responsáveis pelos custos da viagem. O governo ajuda com locais para hospedagem, que são da Codhab, mobiliados com móveis cedidos pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis).

Voluntários acompanham obras

“Aprendi que um simples reboco pode mudar a vida de uma família inteira”, resume o voluntário do Na Medida, Edvanio Avelino Sebastião, de 28 anos.

O programa é um dos eixos do Habita Brasília, que prevê a famílias de baixa renda serviço de assistência técnica gratuita, com a concepção de projeto e obras de melhoria habitacional.

Segundo ele, a experiência foi diferente de tudo o que já tinha praticado dentro da profissão na Angola. “Aqui entendi qual a real função do arquiteto. Trabalhar por quem precisa”.

Coordenados por um especialista da Codhab, os estrangeiros promovem melhoras nas residências, como a falta de iluminação e ventilação natural, reboco e outros reparos.

De acordo com o arquiteto da companhia, Leandro Fernandes, o trabalho promove troca de conhecimentos e auxilia na melhoria e agilidade do serviço prestado à população. “Os visitantes trazem outra vivência, que ainda não tínhamos tido aqui.”
O programa assistencial Na Medida

O programa assistencial voltado para pessoas de baixa renda é novidade no Brasil, apesar de estar previsto na Lei Federal nº 11.888, de 2008.

No DF, ele começou a ser implementado pelo Sol Nascente, em 2015, onde são feitas obras de infraestrutura para regularização do espaço.

O Na Medida já atendeu 260 famílias de baixa renda e beneficiou 1,4 mil pessoas desde que começou a funcionar.

O benefício, que antes poderia chegar a R$ 13,5 mil, passa a ser de até R$ 15 mil. O recurso é da Codhab e utilizado para custear o projeto, o material de construção e a obra — sempre com foco em aspectos de salubridade, acessibilidade e segurança.

“Nós mudamos a política habitacional da companhia. Hoje atendemos um índice qualitativo, que analisa a precariedade das casas de quem precisa”, define a coordenadora do Melhorias Habitacionais da companhia, Sandra Marinho. O convênio entre o governo de Brasília e o Conselho Internacional de Arquitetos da Língua Portuguesa termina no fim de 2019.

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